Atualizado em 3 setembro 2026 por Anhanguera

Lubrificação de rolamentos com mais controle, regularidade e precisão: conheça os principais erros da lubrificação manual e como o SKF SYSTEM 24 pode aprimorar a rotina de manutenção industrial.

A lubrificação correta dos rolamentos depende de quantidade, frequência, lubrificante e método de aplicação adequados. Excesso, falta, contaminação e intervalos incorretos podem comprometer o desempenho e a vida útil dos componentes.

A lubrificação automática, como a realizada pelo SKF SYSTEM 24 LAGD 125/WA2, permite controlar a dosagem de forma contínua e programada, trazendo maior padronização para pontos de lubrificação em motores elétricos, transportadores, ventiladores, bombas e outros equipamentos.

Por que a lubrificação dos rolamentos exige controle?

O lubrificante tem funções essenciais no funcionamento de um rolamento. Ele contribui para reduzir atrito e desgaste, auxiliar no controle térmico e proteger as superfícies contra condições que podem comprometer o componente.

Por isso, lubrificar não significa simplesmente adicionar graxa ao ponto de manutenção.

Quantidade, intervalo, condição do lubrificante e método de aplicação precisam estar alinhados à aplicação.

Quando essa rotina depende exclusivamente de intervenções manuais, torna-se mais difícil manter a mesma regularidade entre diferentes equipamentos e pontos de lubrificação.

É nesse cenário que a evolução para sistemas de lubrificação automática ganha relevância.

7 erros na lubrificação de rolamentos que merecem atenção

1. Excesso de lubrificante

Mais graxa não significa necessariamente melhor proteção.

O excesso de lubrificante pode aumentar a resistência ao movimento e contribuir para elevação da temperatura durante a operação.

A quantidade adequada deve considerar as características do rolamento, rotação, carga, temperatura e condições de trabalho.

Boa prática: estabelecer critérios técnicos para quantidade e frequência de relubrificação.

2. Falta de lubrificação

A insuficiência de lubrificante também compromete o funcionamento do rolamento.

Quando a película lubrificante não é mantida adequadamente, o contato entre as superfícies pode aumentar, favorecendo atrito, desgaste e geração de calor.

Em equipamentos críticos, a regularidade da lubrificação passa a ser parte importante da confiabilidade operacional.

Boa prática: estabelecer uma rotina de relubrificação compatível com cada ponto e condição de operação.

3. Intervalos inadequados

Cada aplicação possui condições diferentes.

Temperatura, velocidade, carga, ambiente, tipo de rolamento e características do lubrificante influenciam a frequência necessária de relubrificação.

Um intervalo definido apenas com base em uma rotina fixa pode não representar as condições reais do equipamento.

Boa prática: utilizar critérios técnicos para definir a taxa de lubrificação e revisar os parâmetros quando as condições de operação mudarem.

4. Contaminação do lubrificante

Partículas, umidade e outros contaminantes podem comprometer a eficiência do lubrificante e acelerar o desgaste das superfícies do rolamento.

A contaminação pode ocorrer durante o armazenamento, manuseio, aplicação ou devido às próprias condições ambientais do equipamento.

Boa prática: manter os recipientes protegidos, utilizar ferramentas adequadas e preservar a limpeza durante toda a operação de lubrificação.

5. Aplicação manual inconsistente

Na lubrificação manual, a quantidade aplicada pode variar de acordo com o método utilizado, intervalo entre intervenções e execução da atividade.

Essa variabilidade dificulta a padronização da manutenção.

Em equipamentos com muitos pontos de lubrificação ou locais de difícil acesso, manter uma rotina consistente também pode exigir mais planejamento da equipe.

Boa prática: utilizar sistemas que permitam controlar a taxa de aplicação e estabelecer procedimentos padronizados.

6. Escolha incorreta do lubrificante

Não existe uma única graxa adequada para todos os equipamentos e condições de operação.

Características como temperatura, carga, velocidade, ambiente e compatibilidade com o componente precisam ser consideradas na seleção.

O SKF LAGD 125/WA2 é fornecido com graxa SKF LGWA 2, desenvolvida para ampla faixa de temperatura e condições de pressão extrema.

Boa prática: selecionar o lubrificante de acordo com os requisitos técnicos da aplicação e as recomendações do fabricante.

7. Falta de padronização na manutenção

Quando cada ponto é tratado de uma maneira, torna-se mais difícil acompanhar a condição da lubrificação e manter uma estratégia consistente.

A padronização ajuda a transformar uma atividade operacional em um processo de manutenção controlado.

Isso envolve definir:

  • Lubrificante adequado
  • Quantidade ou taxa de aplicação
  • Intervalo de relubrificação
  • Método de aplicação
  • Procedimento de inspeção
  • Registro das intervenções

Quanto maior o número de equipamentos e pontos de lubrificação, maior a importância desse controle.

Da lubrificação manual à lubrificação automática

A evolução da manutenção pode ser resumida em três etapas:

Lubrificação manual → Lubrificação automática → Maior controle da manutenção

A lubrificação manual continua sendo importante em diversas aplicações. Entretanto, quando existe necessidade de maior regularidade, acesso restrito ou grande quantidade de pontos, a automação pode oferecer uma evolução significativa do processo.

O Lubrificador Automático SKF SYSTEM 24 LAGD 125/WA2 é um lubrificador automático de ponto único acionado por célula de gás, com capacidade de 125 ml e taxa de dosagem ajustável entre 1 e 12 meses. O recipiente transparente permite acompanhar visualmente a condição e a taxa de dosagem do lubrificante.

A ativação e o ajuste do período de dosagem podem ser realizados sem ferramentas, permitindo uma configuração mais simples da rotina de lubrificação.

Acesse o Link e confira o Lubrificador Automático de Rolamentos SKF SYSTEM 24: https://www.anhangueraferramentas.com.br/busca?q=lubrificador

Onde utilizar o lubrificador automático SKF?

O LAGD 125/WA2 é indicado para diferentes pontos de lubrificação encontrados em equipamentos industriais.

Motores elétricos

A lubrificação automática pode contribuir para manter uma alimentação regular de lubrificante nos pontos definidos, reduzindo a dependência de intervenções manuais frequentes.

Transportadores

Transportadores possuem diversos componentes rotativos e podem operar continuamente. O SYSTEM 24 pode ser aplicado em pontos de lubrificação de rolamentos, conforme as condições específicas do equipamento.

Ventiladores

Em ventiladores industriais, a continuidade da lubrificação é importante para manter as condições adequadas de funcionamento dos rolamentos.

Bombas

Bombas também possuem pontos de lubrificação que podem se beneficiar de uma aplicação mais regular e controlada.

Essas estão entre as aplicações típicas indicadas para o LAGD 125/WA2.

Quais são os benefícios da lubrificação automática?

A principal vantagem não está apenas em automatizar a aplicação da graxa.

O ganho está em aumentar o controle sobre uma variável importante da manutenção.

Maior regularidade

A dosagem programada permite fornecer lubrificante de maneira gradual ao longo do período configurado, em vez de concentrar toda a intervenção em aplicações manuais periódicas.

Mais padronização

A possibilidade de definir a taxa de dosagem ajuda a estabelecer um padrão para cada ponto de lubrificação.

Melhor planejamento da manutenção

Com períodos de dosagem ajustáveis entre 1 e 12 meses, o sistema pode ser incorporado ao planejamento das atividades de manutenção.

Mais segurança em pontos de difícil acesso

A automação pode reduzir a necessidade de intervenções frequentes diretamente em determinados pontos de lubrificação, especialmente quando o acesso exige procedimentos adicionais de segurança.

Maior controle visual

O recipiente transparente facilita a inspeção visual da taxa de dosagem e do consumo do lubrificante.

Lubrificação automática como estratégia de manutenção

A escolha por um lubrificador automático não deve ser feita apenas pensando no produto.

É necessário avaliar o ponto de lubrificação, tipo de rolamento, lubrificante, temperatura, velocidade, carga, ambiente e intervalo adequado.

A partir dessa análise, a automação pode ser utilizada para padronizar pontos específicos e tornar a rotina de manutenção mais previsível.

Esse raciocínio é especialmente relevante em operações com:

  • Grande quantidade de pontos de lubrificação
  • Equipamentos de operação contínua
  • Locais de difícil acesso
  • Ambientes com restrições de segurança
  • Necessidade de maior padronização
  • Programas estruturados de manutenção preventiva e preditiva

Assim, a lubrificação automática deixa de ser apenas uma substituição da pistola de graxa e passa a fazer parte de uma estratégia de confiabilidade dos ativos.

Perguntas frequentes sobre lubrificação de rolamentos

O que acontece quando um rolamento recebe lubrificante em excesso?

O excesso pode aumentar a resistência ao movimento e contribuir para o aumento da temperatura de operação. A quantidade correta depende das características do rolamento e da aplicação.

Com que frequência um rolamento deve ser lubrificado?

Não existe um intervalo universal. A frequência depende de fatores como carga, velocidade, temperatura, tipo de rolamento, lubrificante e condições ambientais.

Lubrificação automática é melhor que lubrificação manual?

Não necessariamente para todos os pontos. A lubrificação automática é especialmente interessante quando a aplicação exige maior regularidade, padronização, acesso facilitado ou redução de intervenções manuais frequentes.

O que é o SKF SYSTEM 24?

É uma linha de soluções de lubrificação automática de ponto único da SKF, desenvolvida para fornecer lubrificante de forma controlada em diferentes aplicações.

O que é o SKF LAGD 125/WA2?

É um lubrificador automático de ponto único acionado por gás, com capacidade de 125 ml e taxa de dosagem ajustável entre 1 e 12 meses. O modelo é fornecido com graxa SKF LGWA 2.

Onde o SKF LAGD 125/WA2 pode ser utilizado?

Entre as aplicações típicas estão caixas de rolamentos, motores elétricos, ventiladores, bombas, transportadores, guindastes e outras aplicações compatíveis com suas especificações.

A lubrificação automática elimina a necessidade de inspeção?

Não. A automação auxilia na aplicação controlada do lubrificante, mas a condição dos equipamentos e dos pontos de lubrificação continua precisando ser acompanhada pela manutenção.

Lubrificação mais controlada começa com a solução adequada

Uma estratégia eficiente de manutenção de rolamentos envolve muito mais do que escolher uma graxa.

É preciso controlar o lubrificante, a quantidade, a frequência, o método de aplicação e a condição do equipamento.

A evolução da lubrificação manual para sistemas automáticos como o SKF SYSTEM 24 LAGD 125/WA2 permite transformar um ponto de lubrificação em um processo mais padronizado, programável e controlado.

Para empresas que buscam maior eficiência em manutenção industrial, essa mudança pode representar uma evolução importante na gestão dos ativos.

A Anhanguera Ferramentas disponibiliza o Lubrificador Automático Ponto Único SKF LAGD 125/WA2, oferecendo uma solução SKF para aplicações de manutenção e lubrificação industrial.

Fale com um especialista da Anhanguera Ferramentas e avalie a solução adequada para sua aplicação.

Telefone: (19) 3116-4000 | E-mail: vendas@anhangueraferramentas.com.br

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